quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Presidente enxerga Carioca como campo de observação para Muricy

Presidente enxerga Carioca como campo de observação para Muricy

Presidente enxerga Carioca como campo de observação para Muricy
Presidente confia que recuperação financeira resultará em bons frutos no campo (Foto:Gilvan de Souza/Flamengo)

Reeleito no início do mês para cumprir mais três anos de mandato à frente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello quer trabalhar, a partir de agora, na consolidação de um trabalho a longo prazo, que poderá ser aplicado graças ao novo cenário do clube. Apostando no retorno de Muricy Ramalho aos gramados, o presidente acredita que a primeira competição do ano servirá como um teste.

“As prioridades serão a Primeira Liga e a Copa do Brasil. Jogaremos o Carioca como já havíamos prometido no início de 2015, quando ocorreram acontecimentos lamentáveis: com time alternativo, mas competitivo. Vai servir de campo de observação para o Muricy. O objetivo de todos nós é a conquista de títulos”, admitiu.

Apesar de já estar de olho no mercado, e até com o nome envolvido em negociações pelo zagueiro Henrique, ex-Palmeiras, e pelo meia argentino Mancuello, o Flamengo deve fazer experiências durante o Carioca de 2016 diante do calendário apertado em razão da disputa da Copa do Brasil, da novata Primeira Liga e do Brasileirão.

Após a posse oficial na última terça, na sede da Gávea, Bandeira de Mello discursou de forma otimista ao projetar os objetivos do Rubro-Negro para 2016. “Temos a certeza de que o trabalho de recuperação foi feito para arrumarmos a casa e podermos colher os frutos. E já estamos próximos disso. Estamos trabalhando por contratações de impacto. Não posso falar nada agora, mas estamos trabalhando”, falou.

Depois de atuar em uma política de recuperação durante o primeiro mandato, dedicando-se a equilibrar as finanças do clube, o presidente Eduardo Bandeira de Mello confia que a reforma política pode conduzir o Flamengo a bons rumos tanto dentro quanto fora de campo.

“Conseguimos adaptar o estatuto e, a partir de agora, todas aquelas delinquências gerenciais passaram a ser infrações estatutárias, sujeitas a impeachment e perda de mandato. Com a recuperação financeira e da credibilidade, nos credenciamos a atuar mais fortemente no mercado. Agora, temos mais três anos para consolidar essa recuperação e colher os frutos”, declarou.
Fonte: Gazeta Esportiva

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